Por que as provas de ciclismo estão perdendo participantes (e o que precisa mudar)
A corrida de rua lota, a prova de bike perde gente e o passeio pago enche. Os números, onde eles falham e o que as provas de ciclismo precisam mudar.
Neste artigo
- O que está acontecendo com as provas de ciclismo?
- A corrida de rua está crescendo?
- As provas de ciclismo estão perdendo participantes?
- Quem está faltando nas provas de mountain bike?
- A inscrição da prova de bike é cara?
- Por que a prova de bike não atrai gente nova?
- O que os grandes organizadores já estão mudando?
- Os passeios ciclísticos estão crescendo?
- Como estão as provas de mountain bike no Espírito Santo?
- O que as provas de ciclismo precisam mudar?
- Onde os números são fracos?
- Perguntas frequentes
- Fontes
A corrida de rua lota, a prova de bike perde gente e o passeio pago enche. As corridas cresceram em todas as fontes que encontrei, enquanto as provas de ciclismo recuam ou ficam paradas: menos eventos na maior plataforma de inscrições do país, menos atletas filiados à confederação e largadas menores em provas tradicionais como o Iron Biker.
O preço da inscrição não explica: a prova de mountain bike custa em média R$ 136, menos que a corrida de rua. O que falta são mulheres e iniciantes. Os grandes organizadores já estão abrindo espaço para quem só quer pedalar, e é por aí que as provas precisam mudar.
O que está acontecendo com as provas de ciclismo?
Tenho notado um esvaziamento das provas de mountain bike na minha região, o Espírito Santo. Ao mesmo tempo, os passeios ciclísticos pagos aparecem em mais cidades e juntam cada vez mais gente.
Fui atrás de números para saber se isso acontece só aqui. Olhei também para a corrida de rua, que vive o momento oposto e ajuda a entender o que está acontecendo com a bicicleta.
Minha conclusão é que os eventos de ciclismo precisam se transformar. Os números não provam tudo o que eu vejo, e vou dizer onde eles falham. Mas a maior parte deles aponta para o mesmo lado: a prova de bike, do jeito que é hoje, atrai pouca gente nova.
A corrida de rua está crescendo?
Sim. A corrida de rua cresce em todas as fontes que encontrei.
A associação dos organizadores de corrida, a ABRACEO, contou 2.186 provas oficiais em 2023 (abre em nova aba) e 5.241 em 2025 (abre em nova aba). Parte desse salto vem de um registro mais bem-feito, mas o crescimento existe. Na maior plataforma de inscrições do país, que vende sobretudo corrida, as inscrições passaram de 1,3 milhão (abre em nova aba) para 2,9 milhões (abre em nova aba) no mesmo período.
As provas mais famosas esgotam. A São Silvestre vendeu 50 mil vagas em menos de seis horas (abre em nova aba) em 2025. A Maratona do Rio passou a sortear as vagas (abre em nova aba).

No Espírito Santo o quadro é o mesmo. A Dez Milhas Garoto tinha 9 mil vagas em 2015 (abre em nova aba) e chegou a 20 mil em 2026, esgotadas em menos de 12 horas (abre em nova aba). O número de corridas autorizadas no estado foi de 53 em 2022 para 207 em 2025 (abre em nova aba).
O próprio setor já discute se há corridas demais (abre em nova aba), e o crescimento ficou mais lento em 2026. Mesmo assim, nenhuma fonte fala em queda.
As provas de ciclismo estão perdendo participantes?
Ninguém conta quantas provas de ciclismo existem no Brasil. O que existe são pedaços de informação, e quase todos mostram recuo ou falta de crescimento.
A comparação mais direta vem da maior plataforma de inscrições do país, a mesma dos números da corrida. O quadro mostra o que aconteceu ali de 2023 para 2024 (abre em nova aba).
| Na maior plataforma de inscrições | Ciclismo e mountain bike | Plataforma inteira |
|---|---|---|
| Número de eventos | caiu de 221 para 176 | ficou igual (2.466 e 2.500) |
| Inscrições | subiram 6% | subiram perto de 38% (de 1,3 para 1,8 milhão) |
| Fatia das inscrições em 2024 | 3% | 87% são de corrida de rua |
O ciclismo não encolheu nessa plataforma, mas ficou para trás. E uma parte da queda de eventos pode ser organizador que mudou de site de inscrição. Volto a esse ponto quando falar da WindFit.
A Confederação Brasileira de Ciclismo (abre em nova aba) tinha 12.217 atletas filiados em 2022. Em 2024 eram 11.035.

O Iron Biker, em Mariana (MG), é uma das provas mais tradicionais do país. Pelos jornais da região, reuniu cerca de 2.000 atletas em 2022 (abre em nova aba), 1.700 em 2025 (abre em nova aba) e pouco mais de 1.000 em 2026 (abre em nova aba). São números redondos, de jornal, e não da organização. A queda pode vir de menos vagas, e não de menos interesse. Contei por que decidi voltar ao Iron Biker em 2026, depois de dez anos.

A venda de bicicletas (abre em nova aba) também caiu, de cerca de 6 milhões em 2020 para 3,2 milhões em 2023. O então diretor da Aliança Bike, associação do setor, disse que o Brasil não conseguiu segurar os ciclistas que começaram na pandemia (abre em nova aba).
O ciclismo que cresce é o dos grandes eventos de marca. O L’Étape, prova de estrada ligada ao Tour de France (abre em nova aba), tinha uma etapa no Brasil em 2015. Em 2025 foram três, com cerca de 7 mil ciclistas no ano.
Quem está faltando nas provas de mountain bike?
Para mim, o dado mais importante é quem participa.
Na corrida, as mulheres já são maioria. Em 2025 elas eram 52% dos inscritos na maior plataforma do país (abre em nova aba). Quase metade dos inscritos daquele ano nunca tinha participado antes. A idade média caiu de 40 para 38 anos em dois anos.
No mountain bike acontece o contrário. Uma pesquisa de 2025 com 712 praticantes (abre em nova aba) mostrou 86% de homens. A fatia de mulheres caiu de 18% para 14% em quatro anos. Quase metade pedala há mais de dez anos, e só 5% começaram no último ano.
Essa pesquisa ouviu clientes de uma plataforma de inscrições, e não o país inteiro. Mas outras fontes mostram a mesma coisa. Na confederação, as mulheres eram 14% dos filiados em 2022. Na Brasil Ride de 2025, 85% dos participantes eram homens e a idade média era de 42 anos.
Uma modalidade que recebe poucas mulheres e poucos iniciantes depende de quem já está dentro. E quem já está dentro fica mais velho a cada ano.
A inscrição da prova de bike é cara?
A primeira explicação que muita gente dá é o preço. Fui conferir.
Levantei o preço de cerca de 185 eventos de um dia, de 2025 e 2026. Usei sempre o primeiro lote, sem a taxa do site de inscrição.
| Tipo de evento | Preço médio da inscrição |
|---|---|
| Prova de gravel (bicicleta de estrada de terra) | R$ 420 |
| Prova de ciclismo de estrada | R$ 360 |
| Trail run (corrida em trilha) | R$ 271 |
| Corrida de rua | R$ 159 |
| Prova de mountain bike | R$ 136 |
| Passeio ciclístico pago | R$ 64 |
Não, a prova de mountain bike custa menos que a corrida de rua. Nas provas locais, as duas ficam perto de R$ 100.
O ciclismo de estrada parece caro porque a média inclui os grandes eventos de marca, que passam de R$ 1.000. Sem eles, a prova de estrada custa em média R$ 142. No gravel, a conta tem só cinco provas e serve apenas como referência. A modalidade ainda é nova por aqui: o primeiro Campeonato Brasileiro de Gravel foi em 2026.
O que pesa no bolso do ciclista é o resto. Na pesquisa de 2025 (abre em nova aba), 36% disseram ter gasto mais de R$ 12 mil na bicicleta. Dois em cada três viajam para competir. Para correr, basta um tênis.
O passeio pago é o evento mais barato da lista. Por cerca de R$ 60, muitas vezes já vem com café, almoço e medalha.
Por que a prova de bike não atrai gente nova?
Nenhuma fonte prova a causa. Estas são as explicações que têm mais apoio nos dados.
- A entrada é difícil. A corrida tem a prova de 5 km, curta e barata, que qualquer pessoa consegue terminar. A prova de bike pede bicicleta minimamente capaz, transporte, tempo de treino e técnica. Não existe um degrau parecido com o 5 km.
- Muita gente quer pedalar, mas pouca quer competir. Uma estimativa de 2023 (abre em nova aba) falava em mais de 40 milhões de ciclistas e 13 milhões de corredores no Brasil. Mesmo assim, o ciclismo tem só 3% das inscrições da maior plataforma. Numa pesquisa com ciclistas de Santa Catarina (abre em nova aba), apenas 8% disseram que pedalam para competir.
- O formato assusta. Um artigo de opinião criticou o nível técnico das pistas de XCO (abre em nova aba), que é a prova de mountain bike em circuito fechado. A Copa Internacional de MTB (CIMTB) refez todo o seu formato em 2026. O L’Étape diminuiu as subidas dos percursos de Cunha (SP).
- Organizar prova de bike dá mais trabalho. Um organizador contou (abre em nova aba) que a prova em trilha é mais complicada de montar que um evento em rodovia, e que os patrocinadores investem pouco e aos poucos.
Minha opinião, que nenhum número sustenta: se querem saber, essas motinhas elétricas vão matar o mountain bike no Brasil. Os jovens não vão mais pedalar.
O que os grandes organizadores já estão mudando?
O sinal mais forte vem de dentro. As provas mais conhecidas do país estão se abrindo para quem não quer, ou não consegue, competir.
A CIMTB criou em 2026 (abre em nova aba) um percurso de cerca de 15 km, duas categorias novas (Open e Base), categorias de e-bike e uma categoria Turismo. A organização disse que quer facilitar o acesso, sobretudo para quem está começando. Na maratona de Araxá (abre em nova aba), o Turismo custa R$ 55. O percurso completo custa R$ 165.

A Brasil Ride incluiu no seu festival (abre em nova aba) duas atividades sem competição e um percurso curto, de 16 km.
O L’Étape do Rio vende dois percursos com nomes diferentes: um se chama “The Race” (a corrida) e o outro, “The Ride” (o pedal).
Em três provas de nível nacional, a categoria de passeio custa de 29% a 67% menos que a de competição.
Não encontrei nenhum organizador dizendo que mudou porque perdeu inscritos. Pode ser vontade de crescer. Pode ser dificuldade de encher as categorias de competição. Nos dois casos a mudança vai no mesmo sentido, com menos peso na competição e mais espaço para quem só quer participar.
Os passeios ciclísticos estão crescendo?
Aqui preciso ser claro. Ninguém conta os passeios ciclísticos no Brasil. Não há número nacional de eventos, de participantes ou de preço. Por isso não consigo provar com dados que eles estão crescendo. O que tenho são sinais.
Os passeios gratuitos de cidade grande juntam multidões. Um passeio em Duque de Caxias (RJ) (abre em nova aba) declarou 17 mil ciclistas em 2026. A romaria de bicicleta do Círio (abre em nova aba), em Belém, cerca de 16 mil. São números dos organizadores, sem conferência.
Há casos de crescimento local. O passeio de Barreirinhas (MA) (abre em nova aba) começou com seis ciclistas em 2015 e teve 710 inscritos em 2024.
O público parece outro. Na pesquisa de Santa Catarina, 47% dos ciclistas eram mulheres. No Distrito Federal (abre em nova aba), quase metade dos praticantes de mountain bike não compete.
O que a WindFit mostra
A WindFit é uma plataforma de inscrições. Ela publica a lista de eventos (abre em nova aba) e, em muitos casos, o total de inscritos de cada categoria. Isso deixa ver de perto um pedaço do mercado que as grandes estatísticas não alcançam.
Em outubro de 2026, olhei a lista de eventos e os inscritos de oito provas de ciclismo já encerradas. É a fotografia de uma plataforma só. Não vale para o país inteiro.

Ali dentro, a bicicleta domina. Dos 39 eventos anunciados, 28 eram de ciclismo ou mountain bike, ou seja, 72%. Na maior plataforma nacional, o ciclismo tem 3% das inscrições. As duas medidas não são iguais, porque uma conta eventos e a outra conta inscrições, mas a distância entre elas é muito grande.
Isso indica que boa parte dos eventos de bike está em plataformas regionais, que provavelmente custam menos para o organizador pequeno. Esses eventos não entram nas estatísticas nacionais. Também reforça o alerta que fiz antes: quando a plataforma nacional perde eventos de ciclismo, parte deles pode ter só mudado de site.
O passeio é o formato mais comum. Dos 28 eventos de bike, 21 tinham passeio, cicloturismo ou percurso curto, sozinhos ou junto com uma prova. Alguns exemplos são o Pedal Padre Bento, em Itu (SP), o Cicloturismo Pedalando Santo Ângelo/Giruá (RS) e o 5º Pedal de Nova Roma do Sul (RS).
A prova regional é pequena. As oito provas encerradas somaram 1.124 inscritos. Prova regional de bike, hoje, é um evento de centenas de pessoas.
As mulheres quase não aparecem na competição. Nas categorias separadas por sexo de seis eventos, havia 133 mulheres e 605 homens. Elas eram 18%. Numa corrida de 5 km da mesma plataforma, a Corrida Voo Mágico (abre em nova aba), as mulheres eram 149 dos 236 inscritos, ou 63%.
Um dado vai contra o que eu esperava. Em seis etapas de circuito que juntam passeio e competição, só 229 dos 1.004 inscritos estavam em categorias de passeio, cicloturismo ou iniciantes. São 23%. Nessas provas mistas, a competição ainda fica com a maior parte. Os passeios sem competição estavam com inscrição aberta e ficaram fora da conta. Também não dá para saber quantas mulheres há nos passeios, porque essas categorias não separam homens e mulheres.
Em resumo, a WindFit mostra três coisas: há muita oferta de passeio, a prova regional é pequena e poucas mulheres competem. Ela não mostra que o passeio cresceu. Para saber isso, é preciso comparar o mesmo passeio ano a ano, perguntando a quem organiza.
Como estão as provas de mountain bike no Espírito Santo?
Sobre o meu estado, achei pouco.
A Copa Capixaba de MTB (abre em nova aba) manteve cinco etapas por ano de 2024 a 2026 e anunciou premiação recorde em 2026. Não encontrei lista pública de inscritos por etapa ao longo dos anos. Sem ela, não dá para medir o esvaziamento que eu vejo.
Esse dado existe. O regulamento da federação capixaba (abre em nova aba) obriga cada organizador a entregar a lista de inscritos de toda prova que vale para o ranking. Só não é publicado.
Dois detalhes chamam a atenção. Na Maratona de Santa Teresa de 2022 (abre em nova aba), a categoria Passeio já era vendida dentro da prova. Custava R$ 80, contra R$ 115 a R$ 135 das categorias de competição. E em 2026, num fim de semana de mountain bike em Itaúnas (abre em nova aba), o recorde de inscrições anunciado foi o da corrida noturna, que acontece junto com a prova de bike.
O que as provas de ciclismo precisam mudar?
Juntando tudo, esta é a minha leitura. É uma opinião apoiada nos números. Os números, sozinhos, não chegam a ela.
- Criar uma porta de entrada. A corrida cresceu com a prova de 5 km. A prova de bike precisa de um percurso curto e sem trecho técnico, que um iniciante termine sem medo.
- Colocar o passeio dentro da prova, com preço menor. Quem não quer competir pode pedalar no mesmo evento, pagar menos e voltar no ano seguinte. As provas grandes já fazem isso.
- Receber bem mulheres e iniciantes. É o público que enche a corrida e que falta na prova de bike. Algumas provas já tentam, como o Rocky Mountain Games, que foi atrás de mais mulheres.
- Cuidar do que acontece fora do percurso. O passeio vende café, almoço e convívio por R$ 60. A prova costuma vender só a largada e a chegada.
- Contar e publicar os inscritos. Sem esse número, cada um fala do que acha. Federações e organizadores têm as listas.
A competição continua. O que proponho é que o evento deixe de depender só dela.
Onde os números são fracos?
Defendo uma ideia neste texto, e por isso devo dizer onde os dados são fracos.
- Não existe contagem nacional de provas de ciclismo. O quadro foi montado com pedaços.
- Na maior plataforma, os inscritos em ciclismo subiram 6% de 2023 para 2024. O que caiu foi o número de eventos e o de atletas filiados.
- A queda de eventos naquela plataforma pode ser, em parte, organizador que mudou de site de inscrição.
- Não há estatística de passeios. Não consigo provar que eles crescem, nem que tiram gente das provas.
- A pesquisa de mountain bike ouviu clientes de uma plataforma. As pesquisas com ciclistas de Santa Catarina e do Distrito Federal são pequenas e de 2020 e 2022.
- Os preços vêm de eventos que publicam o valor na internet, quase todos do Sul e do Sudeste. Faltaram várias provas caras de marca.
- A WindFit é uma plataforma regional. As contagens de inscritos vêm de oito provas encerradas.
- No Espírito Santo, não achei números de inscritos das provas de mountain bike.
Perguntas frequentes
As provas de mountain bike estão acabando no Brasil?
Não há dado para dizer isso. Ninguém conta as provas no país, e os sinais são de recuo, não de fim: na maior plataforma de inscrições, os eventos de ciclismo caíram de 221 para 176 de 2023 para 2024, mas as inscrições subiram 6%. Os atletas filiados à CBC caíram de 12.217 para 11.035 entre 2022 e 2024.
Quanto custa a inscrição de uma prova de mountain bike?
Em média R$ 136 no primeiro lote, segundo um levantamento de cerca de 185 eventos de 2025 e 2026. É menos que a corrida de rua (R$ 159). O passeio ciclístico pago custa em média R$ 64.
Quantas mulheres participam das provas de mountain bike?
Poucas. Uma pesquisa de 2025 com 712 praticantes mostrou 14% de mulheres, e elas eram 14% dos filiados da CBC em 2022. Na corrida de rua, as mulheres já são 52% dos inscritos.
O que é a categoria Turismo ou Passeio numa prova de bike?
É uma inscrição para pedalar o evento sem competir, quase sempre num percurso mais curto e por um preço menor. Na maratona da CIMTB em Araxá, o Turismo custa R$ 55, contra R$ 165 do percurso completo.
Por que a corrida de rua cresce mais que o ciclismo?
A explicação com mais apoio nos dados é a porta de entrada: a corrida tem a prova de 5 km, curta e barata, e para correr basta um tênis. A prova de bike pede bicicleta, transporte, treino e técnica, e não tem um degrau parecido.
Fontes
Corrida de rua: ABRACEO: corridas de rua crescem 85% em 2025 (abre em nova aba) e provas de 2023 e 2024 (abre em nova aba); plataforma de inscrições em 2023 (abre em nova aba), 2024 (abre em nova aba), 2025 (abre em nova aba) e perfil dos inscritos em 2025 (abre em nova aba); São Silvestre 2025 (abre em nova aba) e sorteio de vagas na Maratona do Rio (abre em nova aba); Dez Milhas Garoto em 2015 (abre em nova aba) e 2026 (abre em nova aba); corridas no Espírito Santo (abre em nova aba); discussão sobre corridas demais e ritmo de 2026 (abre em nova aba).
Ciclismo e mountain bike: eventos e inscritos de ciclismo na plataforma, 2023 e 2024 (abre em nova aba); relatórios da Confederação Brasileira de Ciclismo (abre em nova aba); Iron Biker em 2022 (abre em nova aba), 2025 (abre em nova aba) e 2026 (abre em nova aba); venda de bicicletas (abre em nova aba) e declaração sobre os ciclistas da pandemia (abre em nova aba); L’Étape Brasil: dez anos (abre em nova aba); pesquisa de mountain bike de 2025 pela Aliança Bike (abre em nova aba) e pelo Bike aos Pedaços (abre em nova aba); estimativa de ciclistas e corredores no Brasil (abre em nova aba); artigo de opinião sobre as pistas de XCO (abre em nova aba) e entrevista com organizador (abre em nova aba); mudanças da CIMTB em 2026 (abre em nova aba), regulamento da maratona da CIMTB (abre em nova aba) e Festival Brasil Ride 2026 (abre em nova aba).
Passeios: passeio em Duque de Caxias (abre em nova aba), romaria do Círio (abre em nova aba) e passeio de Barreirinhas (abre em nova aba); pesquisas com ciclistas de Santa Catarina (2020) (abre em nova aba) e do Distrito Federal (2022) (abre em nova aba); WindFit: lista de eventos (abre em nova aba) e listas públicas de inscritos de cada evento, por exemplo 10º Pedal Tapejara (abre em nova aba) e Corrida Voo Mágico (abre em nova aba).
Espírito Santo: Copa Capixaba de MTB (abre em nova aba), Maratona de Santa Teresa 2022 (abre em nova aba), fim de semana em Itaúnas (abre em nova aba) e regulamento da federação capixaba (abre em nova aba).
Preços: os preços médios vêm de um levantamento próprio de cerca de 185 eventos de um dia, feito em outubro de 2026, sempre no primeiro lote e sem a taxa do site de inscrição.
Edu Cara de Barro
Um apaixonado pelo ciclismo e pelas histórias que ele nos permite criar. Pedalando, busco viver experiências que inspiram, conectam pessoas e transformam vidas, sempre guiado pelo lema: criar histórias e experiências positivas com a bike.


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