Zipp está de volta ao Brasil com muitas novidades, representada oficialmente pela Proparts, que oferece produtos de qualidade e serviços de confiança há quase três décadas no país. 

A ‘Zipp Speed Weaponry’ nasceu em Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1988, a partir da insatisfação do engenheiro Leigh Sargent ao examinar as rodas de ciclismo da época, observando o potencial para criar conjuntos com melhor design e mais rápidos. 

Especialista nos esportes a motor, Leigh passou a aplicar seu conhecimento de fabricação e design aerodinâmico de carros da Formula Indy 500, iniciando a revolução das rodas de ciclismo.

O primeiro produto da Zipp foi a roda disco (fechada), projetada em carbono, para sistemas de roda livre de sete velocidades, disponível em quatro cores. O equipamento foi projetado junto com as peças de corrida dos automóveis. O objetivo de cada um era o mesmo: criar ‘armas’ rápidas.
 
A evolução continuou e a Zipp apresentou em 1989 sua primeira roda de carbono de três raios, a Zipp 3000. Mas o reconhecimento mundial veio em 1990 com o lendário triatleta Mark Allen, seis vezes vencedor do Mundial de Ironman em Kona, no Havaí, utilizando as rodas Zipp com três raios e de perfil alto – Zipp 440 – e a bicicleta Zipp 2001, que imediatamente tornaram-se as armas aerodinâmicas preferidas entre os triatletas.

A ‘reinvenção das rodas’ foi comandada pelo fundador e engenheiro Leigh Sargent, ao lado do empresário Andy Ording, que se tornou o proprietário da Zipp Speed ​​Weaponry em 1999.

Naquela primeira década, a Zipp aproveitou a mentalidade do automobilismo ao desenvolver produtos, sendo pioneira no uso do túnel de vento na indústria de bicicletas. Os icônicos quadros 2001 e 3001 da Zipp se tornaram símbolos icônicos de velocidade de alto desempenho. E mesmo depois de deixarem de ser fabricados no final de 1997, esses conjuntos de quadros continuam sendo itens altamente cobiçados até hoje.

Outro momento notável para a Zipp foi o início do programa de patrocínio das equipes profissionais de ciclismo. Em 2000, a Zipp assinou com a equipe belga Lotto-Adecco e passou a usar ‘feedbacks’ de ciclistas de alto nível no aprimoramento dos produtos.
 
E 2003 foi o grande ano para a Zipp, patrocinando a poderosa equipe CSC. A equipe vence duas etapas e a classificação geral das equipes no Tour de France, com as rodas Zipp Além dos resultados, a CSC se torna um parceiro valioso no desenvolvimento de rodas para serem rápidas e duráveis. Além do mais, este foi o ano em que a Zipp introduziu sua agora icônica roda de disco com ‘covinhas’.
 
Em termos tecnológicos, a consolidação da Zipp veio em 2006 com o desenvolvimento da tecnologia Carbon Bridge™ que tornou as rodas de carbono – Zipp 303 – duráveis ​​o suficiente para que vencesse as provas clássicas Paris-Roubaix e o Tour de Flanders.

Os protótipos de rodas de carbono foram testados na Floresta Arenberg, o setor de paralelepípedos mais famoso da Paris-Roubaix, a clássica que tem o apelido de ‘Inferno do Norte’ devido sua dificuldade, com a colaboração de ciclistas como Lars Michaelson (Dinamarca), Fabian Cancellara (Suíça) e Allan Johansen (Dinamarca).

Em 2007, a SRAM adquire a Zipp, fornecendo experiência e recursos adicionais, mantendo o DNA da marca. A partir disso, as conquistas monumentais das rodas Zipp continuaram, com destaque para a vitória no Tour de France por Carlos Sastre, em 2008, que garantiu a camisa amarela com uma emblemática escalada na montanha Alpe d’Huez. 

Em 2010, mais um ano significativo da Zipp. O suíço Fabian Cancellara vence o Ronde van Vlaanderen (Tour de Flandres) e a Paris-Roubaix a bordo das rodas Zipp 303. Essa conquista foi um momento monumental na história da Zipp, pois marcou a primeira vez em que rodas de carbono foram levadas à vitória nas duas clássicas de paralelepípedos da Primavera. 

No mesmo ano, os atletas Zipp também dominaram o Campeonato Mundial de Estrada, com a medalha de ouro de Thor Hushovd da Noruega, prata de Matti Breschel (Dinamarca), e bronze de Allan Davis (Austrália). Fabian Cancellara (Suíça) e Emma Pooley (Grã-Bretanha) ainda conquistaram medalhas de ouro em contra-relógio.

E sem esquecer às origens no triatlo, a Zipp venceu com o australiano Chris McCormack e Mirinda Carfrae o Campeonato Mundial de Ironman em Kona, no Havaí.

Em 2012 e 2014, as rodas Zipp 303s continuam o domínio nos paralelepípedos. O belga Tom Boonen (Omega Pharma-Quick-Step) vence o Tour de Flanders e Paris-Roubaix, enquanto o holandês Niki Terpstra lançou seu ataque solo de sucesso com cerca de 6 km restantes na Paris-Roubaix 2014.
 
A eficiência das rodas Zipp é comprovada em diferentes modelos, como o triunfo da americana Evelyn Stevens, da Boels-Dolmans Cycling Team, que estabeleceu em 2016 o recorde mundial feminino da hora, cobrindo 47.980 km em 60 minutos a bordo de uma roda disco Zipp 900 dianteira e uma disco Super-9 traseira.
 
No ciclocross, o belga Wout van Aert venceu seu terceiro campeonato mundial consecutivo de ciclocross UCI, em 2018, sempre com rodas Zipp, na Holanda. No gravel, Ted King colocou à prova suas rodas Zipp 303 no Dirty Kanza 200 no Kansas (EUA), tornando esta roda vencedora no asfalto, paralelepípedos, lama e cascalho.

Para 2021, as inovações da Zipp não param, além da nova fase da Zipp no Brasil, teremos novos produtos, novas tecnologias e a Garantia Vitalícia dos produtos.

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Autor

Edu Cara de Barro

Um apaixonado pelo ciclismo e pelas histórias que ele nos permite criar. Pedalando, busco viver experiências que inspiram, conectam pessoas e transformam vidas, sempre guiado pelo lema: criar histórias e experiências positivas com a bike.

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